Coaching
PNL – Programação Neurolinguística Entrevista com a Tália Jaoui ( coach) na Tv Gazeta / programa Mulheres, onde fala sobre ” Como retomar as promessas do final de ano”..e sobre o seu livro.
Tália Jaoui no programa Mulheres parte 01
Tália Jaoui (Coach) fala sobre como retomar as promessas de final de ano / Programa Mulheres / Tv Gazeta
A Jaqueline foi muito generosa nesta entrevista, que rolou tranquila e bem humorada sobre metas e coaching. (mais…)

Usar uniformes e roupas sociais todos os dias pode ser desagradável e desconfortável para algumas pessoas, porém, dependendo do ramo em que se trabalha, esse tipo de vestimenta torna-se indispensável. Pensando no bem-estar do funcionário e em uma melhora no clima organizacional, algumas empresas adotam o casual day, um dia da semana em que os empregados podem se livrar das roupas sociais e aproveitar o clima descontraído.
Juliana Rizo, diretora executiva da Posh My Style, empresa especialista em consultoria de imagem e etiqueta, lembra que a ideia do casual day surgiu nos Estados Unidos, no final da década de 70, e o objetivo era aumentar a descontração entre os colaboradores. “É como se o fim de semana chegasse mais cedo ou como se você estivesse trabalhando em casa, com os seus amigos. Geralmente o casual day é na sexta-feira, dia que o pessoal do trabalho já sai direto para o happy hour”, comenta Tália Jaoui, palestrante comportamental e especialista em programação neurolinguística.
Tália salienta que alguns funcionários preferem não participar do casual day, pois não sabem o que usar ou simplesmente porque acham o uniforme mais prático e confortável. “É importante que a empresa crie um guia para que o funcionário entenda melhor o que ela espera das roupas e do comportamento dele nesse dia”, comenta Juliana Rizo. Algumas restrições são necessárias para evitar excessos, principalmente nos casos em que o funcionário tem ligação direta com diretoria ou atendimento a público. “É preciso ter cuidado com alguns exageros, como exibir as coxas, por exemplo. Empresa não é lugar de mostrar pele”, lembra Tália. Segundo Juliana, empresas que tem contato direto com clientes precisam estar atentas quanto à vestimenta de seus funcionários. “Nesse caso é importante a empresa avaliar se a cultura permite e se é adequado ou não adotar o casual day“, lembra Juliana.
Fátima Sanchez, gestora do Instituto Personal Service, agência de recursos humanos, lembra que antes de a empresa aderir ao casual day é preciso que ela se certifique de que essa atitude não irá comprometer a execução do trabalho. A gestora cita como exemplo uma indústria onde o funcionário precisa trabalhar com uniforme e equipamentos de proteção individual.
Veja na próxima página algumas dicas para não errar na roupa do casual day.
Fonte: http://bbel.uol.com.br/comportamento/post/como-evitar-gafes-no-casual-day.aspx
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